COOPSSOL ESTUDA PROPOSTA DO DEMHAB-GRAVATAÍ

GravataíUma equipe de cooperados e cooperadas da COOPSSOL estuda um projeto demandado pelo  DEMHAB Gravataí para  realizar um levantamento socio-econômico de mais de 1700 familia em três núcleos Habitacionais de Gravataí Região Metropolitana de Porto Alegre.

Além disso o DEMHAB  também  encomendou um PTTS Projeto de Trabalho Técnico e Social o qual destina-se a desenvolver um trabalho com a população,  de qualificação das ações de regularização fundiária, urbanização, reurbanização ou reassentamento das famílias. Essa ação passou ser uma exigênica da CEF buscando esclarecer dúvidas e proporcionar  menor transtorno e apoio as familias na transição para novos espaços de Moradia.

O DEMHAB realiza esse trabalho para conhecer melhor a realidade dos moradores e oferecer alternativas de moradias dignas, ofertar possibilidades de qualificação profissional para a geração de  trabalho e renda e inserção social das familias reassentadas.                                                                                                              A COOPSSOL já realizou um Diagnóstico para o PAC BARNABÉ e aguarda a retomada dos trabalhos para  realizar um projeto de capacitação profissional e incubação de Empreendimentos com apoio da Prefeitura de Gravataí e CEF.

 

PREFEITURA RECUA E FEIRA SAI NO GLÊNIO PERES

FEIRA A G 018Após várias tentativa de obstruir a Feira Estadual de Economia Solidária em sua XII edição a Prefeitura de Porto Alegre recuor e autorizou a mesma no Largo Glênio Peres. O Espaço está sendo objeto de um projeto da multinacional Coca Cola e  havia rumores de que a FEEPS devia sair em outro local. Considerado o melhor espaço pelos Foruns Regionais e Empreendimentos a FEEPS sempre teve apoio  e aprovação popular, mas enfrenta resistência na PMPA. Felizmente agora os empreendimentos poderão planejar o uso do espaço que deve incorporar o artesanato indígena, desenvolver atividades formativas e culturais além de oferecer os já tradicionais produtos de grupos e cooperativas:  Artesanato, vestuário, serviços, produtos ecológicos da Agricultura familiar e uma praça de alimentação. A XII FEEPS ocorre em final de Novembro e início de dezembro próximo  aqui na Capítal gaúcha.

 

ENCONTRO DEBATEU PROJETOS DE ECOSOL

A educação, a assessoria técnica e o desenvolvimento local de empreendimentos econômicos solidários  foram objeto de um seminário realizado de 04 à 06/08/2010 no Convento dos Capuchinhos em Porto Alegre,RS.  Executores de projetos Brasil Local, Brasil Local Feminista, Cataforte, RECID,CFES-SUL, Comércio Justo, NEATES e o Mapeamento da ECOSOL, avaliaram as possibilidades de uma maior articulação das ações e até integração em alguns momentos , tendo em vista que todos estão dirigidos a Economia Solidária. Roberto Marinho da SENAES-Ministério do Trabalho avalia que a não integração  seria um ‘burrice’, embora comprenda as dificuldades de por em prática, mas  que esse é o objetivo a ser perseguido no medio e longo prazo – a integração que não significa ajuntamento, disse.  Para Claudio Nascimento da RECID o esforço deve iniciar pelas oficinas e nas Feiras de ECOSOL. Antônio Prado que representou a UNISOL Regional SUL, avalia que os Seminários já poderiam caminhar nessa direção. Para  José Inácio CFES SUL e Luiz  Teixeira do Brasil Local veem dificuldade devido ao formalismo as agendas já articuladas por cada projeto e as amarrações do SICONV  no que tange a prestação de contas.

 

RECICLAR É PRECISO.

Précicle, Reduza, Reutilize, Recicle

Precicle – pense antes de comprar – 40% do que nós compramos é lixo.
Reduza  – o desperdício,
Reutilize – sempre que for possível, antes de jogar fora e
Recicle – separe para a reciclagem e doe os resíduos para a Cooperativa  de Catadores mais próxima a você.

Resíduos Recicláveis:

Papel: caixas de papelão, cartões, cartolina, folders, folhas e aparas de papel, folhetos, formulários impressos de computador, jornais, revistas,  embalagens em Tetra Pak;

Metais: arame, canos, esquadrias,  ferragens, latas de alumínio e de aço ( molho de tomates, óleo, sardinha );

Vidro:  copos, garrafas, potes de vidro,;

Plásticos: baldes, banners, brinquedos, garrafas de água mineral, potes de alimentos, recipientes de limpeza, de higiene, de higiene pessoal, sacos plásticos,  tampas,  PVC, PET;

Resíduos não Recicláveis: acrílicos, adesivos, ampolas de medicamentos,

baterias, cabo de panela, cerâmicas, clipes, cristal, espelhos, esponja de aço espuma, etiquetas, fita crepe, fotografias, fraldas descartáveis, grampos, lâmpadas, pilhas, porcelanas, tomadas, vidros planos e os papéis engordurados, metalizados, parafinados, plastificados, papel carbono, papel de fax, papel higiênico,e papel toalha.   Fonte: www.rioambiental.org.br

 

COOPSSOL DISCUTE AUTOGESTÃO

Autogestão: desafios políticos e metodológicos na incubação de empreendimentos econômicos solidários O texto em referência é uma contribuição ao debate de

Noëlle M. P. Lechat; Eronita da Silva Barcelos Professoras da (Unijuí) e publicada na página eletrônica Scielo e na Revista katálysis vol.11 no.1 Florianópolis Jan./June 2008

. Nesta Quarta 18h00 na COOPSSOL faremos o debate a partir dessa contribuição teórica.

[...]Após sobrevoar origens históricas da autogestão na França e no Brasil, o texto questiona a capacidade de os homens se autogerirem, ou a situação de que sem chefe não há sociedade viável. Recorre a Clastres para mostrar que, se o poder político é uma necessidade inerente à vida social, ele não precisa ser hierárquico. Não há natureza humana em si, mas nossa especificidade como ser humano é justamente nossa capacidade de transformar a nós mesmos e ao mundo. Para o movimento da economia solidária brasileira, a autogestão é um conceito central, pois marca distância com as relações capitalistas, assistencialistas e acena por uma democracia radical. A autogestão possui um caráter multidimensional (social, econômico, político e técnico) e, portanto, não basta querer implantar a autogestão, ainda é preciso criar as condições para a sua efetivação. O artigo apresenta, ainda, uma reflexão sobre a metodologia autogestionária praticada pelos membros de uma incubadora universitária de economia solidária.

Eu Despedi O Meu Patrão

Zeca Baleiro Ouça Aqui.

http://www.youtube.com/watch?v=wG57wFe0JIM&feature=related

Composição: Zeca Baleiro

-Eu Despedi O Meu Patrão!

Eu despedi o meu patrão
Desde o meu primeiro emprego
Trabalho eu não quero não
Eu pago pelo meu sossego…(2x)

Ele roubava o que eu mais valia
E eu não gosto de ladrão
Ninguém pode pagar
Nem pela vida mais vazia
Eu despedi o meu patrão…

-Eu Despedi O Meu Patrão!

Eu despedi o meu patrão
Desde o meu primeiro emprego
Trabalho eu não quero não
Eu pago pelo meu sossego…(2x)

Ele roubava o que eu mais valia
E eu não gosto de ladrão
Ninguém pode pagar
Nem pela vida mais vadia
Eu despedi o meu patrão…

-Eu Despedi O Meu Patrão!

Eu despedi o meu patrão
Desde o meu primeiro emprego
Trabalho eu não quero não
Eu pago pelo meu sossego…(2x)

Ele roubava o que eu mais valia
E eu não gosto de ladrão
Ninguém pode pagar
Nem pela vida mais vazia
Eu despedi o meu patrão…

Eu despedi o meu patrão
Desde o meu primeiro emprego
Trabalho eu não quero não
Eu pago pelo meu sossego…(2x)

Ele roubava o que eu mais valia
E eu não gosto de ladrão
Ninguém pode pagar
Nem pela vida mais vadia
Eu despedi o meu patrão…

Não acreditem!
No primeiro mundo
Não acreditem!
No primeiro mundo
Só acreditem!
No seu próprio mundo
Só acreditem!
No seu próprio mundo…

Seu próprio mundo
É o verdadeiro
Meu primeiro mundo
Não!
Seu próprio mundo
É o verdadeiro
Meu primeiro mundo
Não!
Seu próprio mundo
É o verdadeiro
Primeiro mundo
Então!…

Mande embora
Mande embora agora
Mande embora
Mande embora agora
O seu patrão
Seu patrão (O seu patrão!)
Mande embora
Mande embora agora
Mande embora, agora
Mande embora o seu patrão
O seu patrão…

Ele não pode pagar
O preço que vale
A tua pobre vida
Oh Meu!
Oh Meu irmão!…(2x)

(Neste mundo é mais rico o que mais rapa:
Quem tem mão de agarrar, ligeiro trepa;
Quem menos falar pode, mais increpa:
Quem dinheiro tiver, pode ser Papa.)

Eu despedi o meu patrão
Desde o meu primeiro emprego
Trabalho eu não quero não
Eu pago pelo meu sossego…(5x)

Eu Despedi O Meu Patrão!

* A parte em parênteses é trecho de soneto de Gregório de Mattos,
poeta bahiano barroco *

 

CFES SUL Desenvolve atividades de Formação na ECOSOL

O CFES SUL – Centro de Formação em Economia Solidária Desenvolve em agosto  11, 12 e 13/08.próximo um Curso Estadual de Formação em Economia Solidária. Desenvolvido pela UNISINOS que venceu o Edital da SENAES _ MTE  os Centros de Formação irão constituir um COLETIVO de formadores em ECOSOL na Região Sul do Brasil – RS,SC e PR que aglutinam mais de 3000 Empreendimentos de Economia Solidária. No RS os Cursos acontecem em Porto Alegre nos Capuchinhos Rua Paulino Teixeira Bairro Santo Antônio. A participaçaão no Curso  serão indicações dos Foruns Regionais de ECOSOL 13 no RS e que indicarão três formadores cada um. Além dos conceitos – princípios e valores da ECOSOL, a ênfase se dá na gestão dos empreendimentos na qual se trabalham os conceitos de  autigestão e democracia, história da ECOSOL, Papel do Estado e Políticas Públicas de ECOSOL.

 

PROJETOS – ENFOQUE DA COOPSSOL

Os projetos desenvolvidos pela equipe da COOPSSOL tem um enfoque e uma metodologia própria. Cuja síntese pode ser resumida da seguinte maneira:                                                                                                                                            1)  Nos cursos de qualificação e formação profissional uma equipe pedagógica constituida pelos docentes e uma coordenação pedagógica, desenvolvem os conteúdos teóricos-práticos em diálogo com os saberes dos educandos e educandas. A mera  qualificação profissional cumpre uma função importante somente quando os trabalhadores e trabalhadoras são do empreendimento e com ele irão aplicar os conteúdos e vivências desenvolvidos no Curso.                                                                                                                            2) Quando trata-se de qualificação para públicos não organizados em empreendimentos, a nossa proposta metodológica  enfoca a organização dos educandos em um empreendimento de natureza econômica. Este deve passar por um período de ‘incubação’ em um espaço de Incubadora e realizar a experiência de por em prática o exercício da atividade apreendida, oferecendo produtos ou serviços a comunidade ao a contratantes públicos ou privados.                                                                                                                                                    3) Nos projetos de pesquisa são apresentadas diversos enfoque e técnicas de coleta de dados e a questões de pesquisa são construidos com os demandantes.

4)Na consultoria e assessoria  os conteúdos são objetos de encontros e troca de informações que embasam o desenho de propostas de  acordo com o interesse do cliente. Saiba mais entrando em contato por e-mail coopssol.coop.br  ou pelo telefone (051) 30627732

 

 

CURSOS SESCOOP/RS 2010

Todos os Cursos abaixo estão disponíveis aos associados e associadas da COOPSSOL – basta inscrever-se e participar.
Cursos Confirmados – Inscreva-se Já!

:: 19/07/2010 :: CALCULOS TRABALHISTAS – 2010 :: PORTO ALEGRE ::
Inscrições :: Informações

:: 28/07/2010 :: FORMAÇÃO E GESTÃO COOPERATIVA – 2010 Turma II :: PORTO ALEGRE ::
Inscrições :: Informações

Cursos Previstos – Registre seu Interesse!

:: LICENCIAMENTO AMBIENTAL – TURMA II :: Porto Alegre ::
Registrar Interesse :: Informações

:: OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS – 2010 :: PORTO ALEGRE ::
Registrar Interesse :: Informações

:: CURSO DE COOPERATIVISMO – ANALISE E CRITÉRIOS PARA COOPERATIVAS DE TRABALHO :: Porto Alegre ::
Registrar Interesse :: Informações

:: CURSO INFORMÁTICA :: Porto Alegre ::
Registrar Interesse :: Informações

:: EDUCAÇÃO EMPREENDEDORA – 2010 :: PORTO ALEGRE ::
Registrar Interesse :: Informações

:: GESTÃO DE PESSOAS – 2010 Turma II :: PORTO ALEGRE ::
Registrar Interesse :: Informações

:: LIDERANÇA COOPERATIVA – 2010 :: PORTO ALEGRE ::
Registrar Interesse :: Informações

:: FORMAÇÃO E GESTÃO COOPERATIVA – 2010 Turma III :: PORTO ALEGRE
Registrar Interesse :: Informações

:: DICÇÃO E ORATÓRIA – 2010 Turma III :: PORTO ALEGRE ::
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:: GESTÃO DE PESSOAS – 2010 Turma III :: PORTO ALEGRE ::
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:: ENCERRAMENTO DE BALANÇO – 2010 – Demais Ramos :: PORTO ALEGRE ::
Registrar Interesse :: Informações

Maiores Informações

DEGCOOP
Departamento de Educação e Gestão Cooperativa
Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Rio Grande do Sul
Fone 51 3323 0000
e-mail: degcoop@ocergs.com.br

 

TRISTES TRÓPICOS

 ’E os buritis – mar, mar.’ João Guimarães Rosa

 MARIA RITA KEHL – O Estado de S.Paulo, 26/jun/2010

 O deputado Aldo Rabelo é um patriota. Anos atrás, criou um projeto de lei contra o uso público de palavras estrangeiras no País. Não me lembro se a lei não foi aprovada ou não pegou. Somos surpreendidos agora por nova investida patriótica do representante do PC do B: substituir o verde-folha do nosso pendão por um tom mais chique, o verde-dólar. Nada contra a evolução cromática do símbolo pátrio. Mas não se esperava tamanho revisionismo da parte de um velho comunista: o projeto de revisão do código florestal proposto por Rabelo é escandaloso.

Ou não: se o PC do B ainda tem alguma coisa a ver com a China, nada mais compreensível do que a tentativa de submeter o Brasil à mesma voracidade do país que hoje alia o pior de uma ditadura comunista com o pior do capitalismo predatório: devastação da natureza, salários miseráveis, repressão política.

E nós com isso? Nós, que não somos chineses – por que haveremos de nos sujeitar aos ditames da concentração de renda no campo que querem nos impingir como se fossem a condição inexorável do desenvolvimento econômico? Não sou economista, mas aprendo alguma coisa com gente do ramo. Sigo o argumento de uma autoridade quase incontestável no Brasil, o ex-ministro do governo FHC e hoje social democrata assumido, Luis Carlos Bresser Pereira. A concentração de terras e a produtividade do agronegócio, boas para enriquecer algumas poucas famílias, não são necessárias para o aumento da riqueza ou para sua distribuição no campo. Nem para alimentar os brasileiros. A agricultura familiar – pasmem: emprega mais, paga melhor e produz mais alimentos para o consumo interno do que o agronegócio. Verdade que não rende dólares, nem aos donos do negócio nem aos lobistas do Congresso. Mas alimenta a sociedade.

Vale então perguntar quantos brasileiros precisam perder seus empregos no campo, ser expulsos de seus sítios para viver em regiões já desertificadas e improdutivas, quantas gerações de filhos de ex-agricultores precisam crescer nas favelas, perto do crime, para produzir um novo rico que viaja de jatinho e manda a família anualmente pra Miami? Quanto nos custa o novo agromilionário sem visão do País, sem consciência social, sem outra concepção da política senão alimentar lobbies no Congresso e tentar extinguir a luta dos sem-terra pela reforma agrária?

Meu bisavô Belisário Pena foi um patriota de verdade. Um médico sanitarista que viajou em lombo de burro pelo interior do País para pesquisar e erradicar as principais doenças endêmicas do Brasil no início do século 20. O relato da expedição empreendida por ele e Arthur Neiva pelo norte da Bahia, Pernambuco, sul do Piauí e Goiás, em 1912, virou um livro que eu ganhei do professor Antonio Candido. A pesquisa começa pela descrição do clima, ou seja, da seca, e segue a descrever a “diminuição das águas” no interior. Reproduzo a grafia da época: “Não há duvida de que a água diminue sempre no Brazil Central; o morador das marjens dos grandes rios não percebe o fenômeno, mas o depoimento dos habitantes das proximidades dos pequenos cursos e de coleções d”agua pouco volumosas é unânime em confirmar este fato. De Petrolina até a vila de Paranaguá, não se encontra um único curso perene. O Piauhy, encontramo-lo cortado (com o curso interrompido) ; o Curimatá, completamente sêco; para citar os maiores (…) Acresce que, em toda a zona, o homem procura apressar por todos os meios a formação do deserto, pela destruição criminosa e estúpida da vejetação”.

Os professores Jean Paul Metzger e Thomas Lewinsohn, no Aliás de domingo passado, acusam a falta de embasamento científico do projeto de Aldo Rabelo. Mas mesmo sem o aval de cientistas sérios, já é de conhecimento geral o que meu bisavô constatou em 1912: a evidente relação entre o desmatamento, a diminuição das águas e a desertificação do interior do País. O novo código de “reflorestamento” propõe reduzir de 30 para 7,5 metros a extensão obrigatória das matas ciliares nas propriedades rurais. Uma faixa vegetal mais estreita do que uma rua estreita não dá conta de impedir o assoreamento dos rios que ainda não secaram, nem barrar a devastação pelas cheias como a que hoje vitima tantos moradores da Zona da Mata. Quem nunca observou, sobrevoando o Brasil central, que os rios que não têm mais vegetação nas margens estão secos? Outra piada é isentar as pequenas propriedades da reserva florestal obrigatória. Se até o gênio do mal que mora em mim já teve essa ideia, imaginem se ninguém mais pensou em dividir grandes fazendas em pequenos lotes “laranjas” para se valer do benefício?

Por desinformação ou má-fé, os defensores do desmatamento alardeiam que essa é uma disputa entre desenvolvimentistas e amantes do “verde”. Mentira. O objeto da disputa é o tempo. O projeto de Rabelo defende os que querem agarrar tudo o que puderem, já. No futuro, ora: seus netos irão estudar e viver no exterior. Do outro lado, os que se preocupam com as gerações que vão continuar vivendo no Brasil quando todo o interior do País for igual às regiões mais secas do Nordeste atual – algumas das quais já foram ricas, verdes e férteis, antes de ser desmatadas pela agricultura predatória. Que pelo menos contava, no início do século 20, com o beneplácito da ignorância.

 

Fonte: www.pensareedu.com

http://www.bengochea-ivone.blogspot.com

 http://www.pensare-pensare.blogspot.com/

 
 
 
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