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		<title>PROJETOS DESENVOLVIMENTO LOCAL</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 02:17:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nesta sexta 03 de setembro estivemos no Fórum de ECOSOL de Canoas, apresentando a COOPSSOL como parceira para encaminhar projetos para captação de recursos. Antônio Prado e Amanda Sanches que mora naquele cidade apresentaram critérios e exigência para desenvolver projetos. É necessário: Regularidade fiscal e documental; Disposição de atender os termos dos editais e sobretudo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta sexta 03 de setembro estivemos no Fórum de ECOSOL de Canoas, apresentando a COOPS<img class="alignleft size-medium wp-image-1024" title="desenvolv regional" src="http://www.coopssol.coop.br/wp-content/uploads/2010/09/desenvolv-regional-300x105.jpg" alt="desenvolv regional" width="300" height="105" />SOL como parceira para encaminhar projetos para captação de recursos. Antônio Prado e Amanda Sanches que mora naquele cidade apresentaram critérios e exigência para desenvolver projetos. É necessário: Regularidade fiscal e documental; Disposição de atender os termos dos editais e sobretudo vontade de fortalecer a ECOSOL na cidade e no país. Claudia Coordenadora do Fórum se colocou a disposição e já houveram manifestações da Cooperativa Vida Saudável que busca projeto de Telecentro e apoio para desenvolver  programas qualificação profissional na área de alimentação.</p>
<p>Além de Canoas, Gravataí e Porto Alegre já manifestaram interesse em apresentar projetos de telecentros e para o artesanato.</p>
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		<title>Edital para  Arranjos Produtivos Locais</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 02:52:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
CNPq lança edital para o desenvolvimento dos Arranjos Produtivos LocaisAs propostas aprovadas serão financiadas no  valor global estimado de R$ 6 milhões, oriundos do FNDCT/Fundos  Setoriais/Ação Transversal, a serem liberados em duas parcelas, nos  exercícios de 2010 e 2011. Parcela mínima de 30% dos recursos será,  necessariamente, destinada a projetos coordenados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span id="hfmFormulario:hpgEditorial" style="position: relative; float: left; width: 100%;"><img class="size-full wp-image-1018  aligncenter" title="cnpq" src="http://www.coopssol.coop.br/wp-content/uploads/2010/08/cnpq.gif" alt="cnpq" width="219" height="94" /></span></p>
<p><span id="hfmFormulario:hpgEditorial" style="position: relative; float: left; width: 100%;">CNPq lança edital para o desenvolvimento dos Arranjos Produtivos Locais</span>As propostas aprovadas serão financiadas no  valor global estimado de R$ 6 milhões, oriundos do FNDCT/Fundos  Setoriais/Ação Transversal, a serem liberados em duas parcelas, nos  exercícios de 2010 e 2011. Parcela mínima de 30% dos recursos será,  necessariamente, destinada a projetos coordenados por pesquisadores  vinculados a instituições sediadas nas regiões Norte, Nordeste ou  Centro-Oeste.</p>
<p>Os projetos devem estar enquadrados nos seguintes temas:</p>
<p>Tema 1 &#8211; Capacitação, o edital irá  selecionar propostas de elaboração e aplicação de cursos de curta  duração para qualificar recursos humanos envolvidos em Arranjos  Produtivos Locais, com o objetivo de reduzir os gargalos existentes.</p>
<p>Tema 2 &#8211; abrange a Pesquisa Tecnológica e a  Inovação, serão selecionados projetos que promovam a interação de  instituições de pesquisa e pesquisadores com as empresas integrantes do  APL.</p>
<p>Tema 3 -Integração Tecnológica entre APLs é  o objeto do Tema 3, que selecionará projetos que promovam o intercâmbio  tecnológico entre APLs de diferentes estados e do mesmo setor  produtivo, através da transferência de conhecimentos de um APL para  outro.</p>
<p>O proponente, responsável pela apresentação  da proposta, deve, para os Temas 1 e 3, possuir titulação, no mínimo,  de Mestre. Para o Tema 2, no mínimo, de Doutor. Para todos os temas, o  pesquisador deve ter seu currículo cadastrado na Plataforma Lattes e  deve manter vínculo empregatício, celetista ou estatutário, com a  instituição de execução do projeto.</p>
<p>Cada proposta selecionada no âmbito do Tema  1 será financiada com o valor máximo de R$ 35 mil, as do Tema 2 não  poderão ultrapassar R$ 200 mil e as aprovadas do Tema 3 não deverão  exceder R$ 100 mil. Os projetos deverão ter seu prazo máximo de execução  estabelecido, para todos os temas, em até 24 meses.</p>
<p>As propostas devem ser encaminhadas ao CNPq  exclusivamente via Internet, por intermédio do Formulário de Propostas  Online , disponível na Plataforma Carlos Chagas, até o dia 29 de  setembro.</p>
<p>Fonte: Ceará em Foco: Antenas e Raízes</p>
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		<title>CFES SUL Reune Comite Metodológico</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 01:38:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ocorreu nesta segunda 30/08 e segue  na terça 31/08 a reunião do Comite Metodológico ampliado do Centro de Formação em Economia Solidária da Região Sul. Formado pela Coordenação executiva e representações dos três estados, avaliou as ações desenvolvidas até aqui e projetou as  demais atividades formativas ainda por serem feitas. Justificou ausência Ivânio do RS. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_990" class="wp-caption alignleft" style="width: 458px"><a href="http://www.coopssol.coop.br/wp-content/uploads/2010/08/Imagem0262.jpg"><img class="size-full wp-image-990" title="Imagem0262" src="http://www.coopssol.coop.br/wp-content/uploads/2010/08/Imagem0262.jpg" alt="Imagem0262" width="448" height="336" /></a><p class="wp-caption-text">Wanda da RECID PR ,Claudio da RECID Nacional,  Adriane e Aline do CFES SUL</p></div>
<div id="attachment_997" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.coopssol.coop.br/wp-content/uploads/2010/08/Imagem0263.jpg"><img class="size-medium wp-image-997" title="Imagem0263" src="http://www.coopssol.coop.br/wp-content/uploads/2010/08/Imagem0263-300x225.jpg" alt="Imagem0263" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Fernando Cáritas SC e Luiz Felipe Univali SC</p></div>
<div id="attachment_992" class="wp-caption alignleft" style="width: 394px"><a href="http://www.coopssol.coop.br/wp-content/uploads/2010/08/Imagem0261.jpg"><img class="size-full wp-image-992" title="Imagem0261" src="http://www.coopssol.coop.br/wp-content/uploads/2010/08/Imagem0261.jpg" alt="Imagem0261" width="384" height="288" /></a><p class="wp-caption-text">Maria Clara da UEM , Gisele e Wanda representantes do PR no CFES SUL e Claudio Nascimento (RECID).</p></div>
<p>Ocorreu nesta segunda 30/08 e segue  na terça 31/08 a reunião do Comite Metodológico ampliado do Centro de Formação em Economia Solidária da Região Sul. Formado pela Coordenação executiva e representações dos três estados, avaliou as ações desenvolvidas até aqui e projetou as  demais atividades formativas ainda por serem feitas. Justificou ausência Ivânio do RS. Participaram também enão aparecem no registro de imagens: Isabel da Rede de Gestores de NH , Antônio Prado do FGEPS e UNISOL e José Konzen Assessor pedagógico do CFES SUL  As oficinas terão um contato próximo aos empreendimentos, já levadas a cabo por um coletivo de formadores. Outra iniciativa do CFES Sul é de buscar a integração das diversas políticas de ECOSOL  colocadas em prática pelo Governo Federal através de diversos entes públicos. A Formação (educação) em ECOSOL é uma demanda do Forum Brasileiro de ECOSOL e perpassa diversas entidades executoras de projetos como a Guaí, a Avesol e no caso do CFES SUL a UNISINOS, que também executa o Mapeamento e mais recentemente o SIES. Outro tema em debate no CM é o PPPP &#8211; Projeto político pedagógico participativo. O PPPP abarca conceitos, valores e prática pedagógica subjacentes a educação em ECOSOL como estratégia de um novo tipo de desenvolvimento: Inclusivo, democrático, solidário. Seus elementos constitutivos buscam uma construção coletiva, fundante de uma nova sociabilidade  humana, a sociedade justa fraterna e solidária.</p>
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		<title>15 anos sem Florestan Fernandes</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 03:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Um intelectual do povo 


Conheça a trajetória do sociólogo que não limitou seu conhecimento e sua militância aos muros da universidade.
Por Glauco Faria
No último dia 10 de agosto, completaram-se 15 anos da  morte do sociólogo Florestan Fernandes. Obviedade dizer que se trata de  um dos maiores intelectuais que o Brasil já teve, mas é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="int-titulo">
<h1>Um intelectual do povo <img class="alignleft size-full wp-image-1013" title="Florestan" src="http://www.coopssol.coop.br/wp-content/uploads/2010/08/Florestan.jpg" alt="Florestan" width="167" height="167" /></h1>
</div>
<div id="int-olho">
<p>Conheça a trajetória do sociólogo que não limitou seu conhecimento e sua militância aos muros da universidade.</p></div>
<div id="int-autor">Por Glauco Faria</div>
<p>No último dia 10 de agosto, completaram-se 15 anos da  morte do sociólogo Florestan Fernandes. Obviedade dizer que se trata de  um dos maiores intelectuais que o Brasil já teve, mas é preciso  ressaltar que, além da sua rica produção, ele não a confinou aos muros  da universidade. Como lembra Barbara Freitag, professora titular do  departamento de Sociologia da Universidade de Brasília (UnB), no artigo  “Florestan Fernandes: revisitado”, ele conseguiu encarnar o sentido da  palavra “intelectual” utilizado por Jürgen Habermas, como aquele que “se  caracteriza, entre outras coisas, pelo fato de que abre mão de qualquer  dimensão elitista, e de que fala, no espaço público, não como um  intelectual de partido, ou como um conselheiro do rei, mas somente em  seu próprio nome, como cidadão, naturalmente com o objetivo de convencer  os outros”. Leia na íntegra noendereço: http://www.revistaforum.com.br/noticias/2010/08/26/florestan_fernandes_um_intelectual_do_povo/</p>
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		<title>COOPSSOL ELABORA PROJETOS</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Aug 2010 12:45:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A COOPSSOL recebeu nesta semana diversas demandas para elaborar projetos para captação de recursos ao Fundo Ecumênico da Solidariedade e ao Institito Marista de Solidáriedade.
O Fundo da campanha ecumênica da Campanha da Fraternidade de 2010 conta com recursos para apoiar projetos da ECOSOL com valores  locais de até dez mil reais &#8211; regionais até vinte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A COOPSSOL recebeu nesta semana diversas demandas para elaborar projetos para captação de recursos ao Fundo Ecumênico da Solidariedade e ao Institito Marista de Solidáriedade.</p>
<p>O Fundo da campanha ecumênica da Campanha da Fraternidade de 2010 conta com recursos para apoiar projetos da ECOSOL com valores  locais de até dez mil reais &#8211; regionais até vinte e cinco mil e nacionais de até cinquenta mil reais. A Cooperativa Nova Geração quer  apresentar um projeto através da COOPSSOL para  qualificar seu projeto político pedagógico e busca ampliar atendimentos através de aquisição de mobiliários, recicláveis, equipamentos para pratica pedagógica como:  Jogos educativos e cooperativos  e  pensa em qualificar o <strong>telecentro </strong>através de um projeto da Rede Marista.</p>
<p>Sapucaia do Sul que  um projeto para qualificar a feira dos artesãos e da ECOSOL que são realizados na Praça em datas comemorativas.</p>
<p>Em Canoas o Grupo Chimarrão da Amizade também busca projeto para qualificar a produção de alimentos.</p>
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		<title>A (DES)UNIVERSIDADE</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 17:31:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Por Boaventura de Sousa Santos
O projeto de reforma da universidade européia corre o risco de virar uma contra-reforma. Caso isso ocorra, os critérios de mercantilização reduzirão o valor das áreas de conhecimento ao seu preço de mercado e o latim, a poesia ou a filosofia só serão mantidos se algum macdonald informático vir neles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rsurgente.opsblog.org/files/Boaventura4.jpg"><img title="Boaventura4" src="http://rsurgente.opsblog.org/files/Boaventura4.jpg" alt="" width="140" height="177" /></a> <strong>Por Boaventura de Sousa Santos</strong></p>
<p><em>O projeto de reforma da universidade européia corre o risco de virar uma contra-reforma. Caso isso ocorra, os critérios de mercantilização reduzirão o valor das áreas de conhecimento ao seu preço de mercado e o latim, a poesia ou a filosofia só serão mantidos se algum macdonald informático vir neles utilidade.</em></p>
<p>O processo de Bolonha — a unificação dos sistemas universitários europeus com vista a criar uma área europeia de educação superior — tem sido visto como a grande oportunidade para realizar a reforma da universidade europeia. Penso, no entanto, que os universitários europeus terão de enfrentar a seguinte questão: o processo de Bolonha é uma reforma ou uma contra-reforma? A reforma é a transformação da universidade que a prepare para responder criativamente aos desafios do século XXI, em cuja definição ela ativamente participa. A contra-reforma é a imposição à universidade de desafios que legitimam a sua total descaracterização, sob o pretexto da reforma. A questão não tem, por agora, resposta, pois está tudo em aberto. Há, no entanto, sinais perturbadores de que as forças da contra-reforma podem vir a prevalecer. Se tal acontecer, o cenário distópico terá os seguintes contornos.</p>
<p>Agora que a crise financeira permitiu ver os perigos de criar uma moeda única sem unificar as políticas públicas, a política fiscal e os orçamentos do Estado, pode suceder que, a prazo, o processo de Bolonha se transforme no euro das universidades europeias. As consequências previsíveis serão estas: abandonam-se os princípios do internacionalismo universitário solidário e do respeito pela diversidade cultural e institucional em nome da eficiência do mercado universitário europeu e da competitividade; as universidades mais débeis (concentradas nos países mais débeis) são lançadas pelas agências de rating universitário no caixote do lixo do ranking, tão supostamente rigoroso quanto realmente arbitrário e subjetivo, e sofrerão as consequências do desinvestimento público acelerado; muitas universidades encerrarão e, tal como já está a acontecer a outros níveis de ensino, os estudantes e seus pais vaguearão pelos países em busca da melhor ratio qualidade/preço, tal como já fazem nos centros comerciais em que as universidades entretanto se terão transformado.</p>
<p>O impacto interno será avassalador: a relação investigação/docência, tão proclamada por Bolonha, será o paraíso para as universidades no topo do ranking (uma pequeníssima minoria) e o inferno para a esmagadora maioria das universidades e universitários. Os critérios de mercantilização reduzirão o valor das diferentes áreas de conhecimento ao seu preço de mercado e o latim, a poesia ou a filosofia só serão mantidos se algum macdonald informático vir neles utilidade.</p>
<p>Os gestores universitários serão os primeiros a interiorizar a orgia classificatória, objetivomaníaca e indicemaníaca; tornar-se-ão exímios em criar receitas próprias por expropriação das famílias ou pilhagem do descanso e da vida pessoal dos docentes, exercendo toda a sua criatividade na destruição da criatividade e da diversidade universitárias, normalizando tudo o que é normalizável e destruindo tudo o que o não é.</p>
<p>Os professores serão proletarizados por aquilo de que supostamente são donos — o ensino, a avaliação e a investigação — zombies de formulários, objetivos, avaliações impecáveis no rigor formal e necessariamente fraudulentas na substância, workpackages, deliverables, milestones, negócios de citação recíproca para melhorar os índices, comparações entre o publicas-onde-não-me-interessa-o-quê, carreiras imaginadas como exaltantes e sempre paradas nos andares de baixo. Os estudantes serão donos da sua aprendizagem e do seu endividamento para o resto da vida, em permanente deslize da cultura estudantil para cultura do consumo estudantil, autônomos nas escolhas de que não conhecem a lógica nem os limites, personalizadamente orientados para as saídas do desemprego profissional.</p>
<p>O serviço da educação terciária estará finalmente liberalizado e conforme às regras da Organização Mundial do Comércio. Nada disto tem de acontecer, mas para que não aconteça é necessário que os universitários e as forças políticas para quem esta nova normalidade é uma monstruosidade definam o que tem de ser feito e se organizem eficazmente para que seja feito. Será o tema da próxima crônica.</p>
<p><em>(*) Boaventura de Sousa Santos é sociólogo e professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (Portugal).</em></p>
<p><em>Fonte: Blog rsurgente</em></p>
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		<title>UNISOL REUNE EMPREENDIMENTOS</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 10:56:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um Encontro de empreendimentos afiliados a UNISOL RS reuniram neste sábado 14 de agosto que passou na Sede da UNISOL em Porto Alegre &#8211; RS estiveram presentes empreendimentos da Agricultura familiar, da metalurgica, confecção artesanato, reciclagem, serviços e de alimentação. So final do Encontro foram recebidos os candidatos ao Governo do Estado Tarso Genro e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-964" title="SDC14821" src="http://www.coopssol.coop.br/wp-content/uploads/2010/08/SDC14821-300x225.jpg" alt="SDC14821" width="300" height="225" />Um Encontro de empreendimentos afiliados a UNISOL RS reuniram neste sábado 14 de agosto que passou na Sede da UNISOL em Porto Alegre &#8211; RS estiveram presentes empreendimentos da Agricultura familiar, da metalurgica, confecção artesanato, reciclagem, serviços e de alimentação. So final do Encontro foram recebidos os candidatos ao Governo do Estado Tarso Genro e os deputados Henrique Fontana e Adão Villaverde. Tarso afirmou que a Economia solidária é o gérmen de uma nova forma de economia voltada para as pessoas, que respeita o ambiente e que ele &#8211; caso seja eleito &#8211; vai estimular a exemplo do que faz o governo federal, inclusive com estruturas de apoio. Adão Villaverde noticiou a provavel votação na semana seguinte de um projeto de lei de estímulo ao artesanato. O  Dep. Henrique Fontana pos-se a disposição para encaminhar negociações referente ao espaço da Ecosol e UNISOL   junto ao governo Federal.<img class="alignleft size-full wp-image-968" title="logotipo_novo UNISOL" src="http://www.coopssol.coop.br/wp-content/uploads/2010/08/logotipo_novo-UNISOL1.jpg" alt="logotipo_novo UNISOL" width="228" height="59" /></p>
<p><img class="size-medium wp-image-958 alignright" title="Tarso na UNISOL" src="http://www.coopssol.coop.br/wp-content/uploads/2010/08/traso-na-UNISOL-300x225.jpg" alt="traso na UNISOL" width="300" height="225" /></p>
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		<title>COOPSSOL RECORRE CONTRA EDITAL</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 15:07:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Recurso questiona a exigência de formação em serviço social para fazer levantamento socio-economico.
O Edital lançado pelo Departamento Municipal de Habitação &#8211; DEMHAB de Gravataí, era para realizar levantamento sócio-economico de 1787 familias no Rincão da Madalena beneficiarias de programas de moradia da Prefeitura da cidade com recursos do Governo Federal, para dar regularização as áreas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Recurso questiona a exigência de formação em serviço social para fazer levantamento socio-economico.</strong></p>
<p>O Edital lançado pelo Departamento Municipal de Habitação &#8211; DEMHAB de Gravataí, era para realizar levantamento sócio-economico de 1787 familias no Rincão da Madalena beneficiarias de programas de moradia da Prefeitura da cidade com recursos do Governo Federal, para dar regularização as áreas ocupadas por trabalhadores sem teto na cidade. Esta atividade consta expressa na lei 6888/80 que regulamentou a profissão de sociólogo. O Recurso administrativo tramita e busca equalizar a competência tanto de sociólogos como de assistentes sociais não havendo razão para estabelecer privilégios, pois estes ferem os principios da administração pública. Estamos aguardando e a seguir definir outros encaminhamentos decorrentes.</p>
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		<title>Arquivos da ditadura</title>
		<link>http://www.coopssol.coop.br/?p=943</link>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 00:42:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[olá pessoal,
estou enviando esta mensagem por se tratar de um acontecimento  importante que foi a abertura dos arquivos da ditadura militar e da  Operação Condor no Paraguai. O coletivo catarse foi o único veículo  brasileiro a cobrir e está produzindo uma série de 4 reportagens sobre  este fato histórico na América [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>olá pessoal,<br />
estou enviando esta mensagem por se tratar de um acontecimento  importante que foi a abertura dos<strong> arquivos da ditadura</strong> militar e da  Operação Condor no Paraguai. O coletivo catarse foi o único veículo  brasileiro a cobrir e está produzindo uma série de 4 reportagens sobre  este fato histórico na América Latina. Essas reportagens serão  veiculadas na TV Brasil, no programa Repórter Brasil a partir de segunda  feira. A primeira já está no site da catarse.</p>
<p><a href="http://www.coletivocatarse.com.br/" target="_blank">www.coletivocatarse.com.br</a></p>
<p>Ajudem a divulgar um abraço</p>
<p>Valentim<br />
coletivo catarse    (tá feita a divulgação).</p>
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		<title>O DIA EM QUE &#8216;VEJA&#8217; SUMIU</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 16:34:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Sábado, 7 de agosto de 2010, 8h30m. Desjejuo e vou à banca de jornal da esquina para começar a cumprir promessa que fiz aos meus leitores de reproduzir para eles o direito de resposta que o PT conseguiu na Justiça Eleitoral contra a revista “Veja” por esta ter endossado acusação sem provas de Índio da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogcidadania.com.br/wp-content/uploads/2010/08/PROCURA-SE.jpg"><img class="alignleft" title="PROCURA-SE" src="http://www.blogcidadania.com.br/wp-content/uploads/2010/08/PROCURA-SE.jpg" alt="" width="588" height="400" /></a></p>
<p>Sábado, 7 de agosto de 2010, 8h30m. Desjejuo e vou à banca de jornal da esquina para começar a cumprir promessa que fiz aos meus leitores de reproduzir para eles o direito de resposta que o PT conseguiu na Justiça Eleitoral contra a revista “Veja” por esta ter endossado acusação sem provas de Índio da Costa, candidato a vice-presidente na chapa de José Serra. Índio afirmou que o partido adversário é ligado ao “narcotráfico”.</p>
<p>Às nove horas da manhã, a Veja ainda não havia chegado à banca de jornal da “loja de conveniência” do posto de gasolina da esquina da rua em que resido. Vale anotar que resido na região urbana do país que concentra o maior coeficiente de leitores da Veja por quilômetro quadrado, pois minha residência fica a três quadras da avenida Paulista.</p>
<p>Como a bancada de jornais e revistas que fica na tal “loja de conveniência” não é exatamente uma banca de jornal decidi andar uma quadra mais, até a banca de fato na próxima esquina. “A Veja ainda não chegou; está atrasada”, disse-me a senhora oriental de óculos.</p>
<p>Aqui embaixo, a algumas quadras da avenida Paulista, as revistas e jornais chegam mesmo mais tarde, mas na Avenida deveria conseguir um exemplar da Veja porque a região em que resido é onde as distribuidoras de jornais e revistas primeiro despejam publicações do mundo inteiro. Decido radicalizar, portanto. Irei a uma das bancas mais sortidas do país.</p>
<p>Fica na esquina da Alameda Santos com a Doutor Rafael de Barros, no bairro do Paraíso, onde resido. Pode-se comprar jornais e revistas do mundo inteiro, ali. Das publicações nacionais, então, nem se fala. Há de tudo. É uma particularidade desta região devido a ela receber intenso turismo de negócios oriundo dos quatro cantos da Terra. Trata-se da região mais cosmopolita do Brasil.</p>
<p>Já eram 10h45m de sábado e nada da Veja nas bancas. Já percorrera umas 14 bancas de jornal. Aquela mais sortida, que mencionei acima, informou-me que a revista costuma chegar às 9 horas, mas, neste sábado, recebera a visita de um motoqueiro dizendo que a entrega da revista iria “atrasar”.</p>
<p>Volto para casa porque a minha senhora me comunicara que desejava ir fazer compras comigo, para variar, de forma que decidi esperar um pouco mais para relatar a caça à Veja, que só acabou aportando a uma banca ao lado da estação Paraíso do metrô por volta das 12h17m. O vendedor da banca me informou que chegara havia “meia hora”, mas que não recebera visita nenhuma avisando do atraso.</p>
<p>Segundo informações do Portal Vermelho, “<em>Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou, na noite desta quinta-feira (5), o recurso da revista Veja contra decisão do próprio TSE que, na segunda-feira (2), assegurou direito de resposta para o PT e sua candidata a presidente da República, Dilma Rousseff. O TSE entendeu que a publicação extrapolou o limite da informação ao publicar a matéria “Indio acertou o alvo</em>”.</p>
<p>Folheei avidamente a revista em busca do direito de resposta do PT e do que a revista diria sobre o fato. Após uma avalanche de publicidade, fui encontrar a nota na página 80, duas páginas depois do centro da revista.</p>
<p>A redação da nota do PT que encontrei foi a aprovada pelo plenário do Tribunal Superior Eleitoral depois de este ter rejeitado redação inicial. Foi publicada no centro de uma página em branco, contendo uma margem delineada em traço preto e, no canto inferior esquerdo, a seguinte legenda:</p>
<p><em>80 / 11 de agosto, 2010 / <strong>VEJA</strong></em></p>
<p>Abaixo, o teor da nota “Direito de Resposta” que o PT obrigou a Veja na Justiça a publicar em sua edição impressa de número 2177, duas semanas após a divulgação ilegal de acusação ao PT de ser um partido de traficantes.</p>
<p><strong><em>Ao reproduzir declarações de candidato a vice-presidente, a revista endossa e amplifica ofensas ao PT que foram objeto de sanção da Justiça Eleitoral ao PSDB. </em></strong></p>
<p><strong><em>Em defesa de sua honra, de seus dirigentes, filiados e militantes, e em respeito à população brasileira, que tem o direito de ser corretamente informada, o Partido dos Trabalhadores vem desfazer inverdades publicadas pela revista Veja, na Edição 2.175.</em></strong></p>
<p><strong><em>O PT é um partido político democrático, registrado desde 1980 no Tribunal Superior Eleitoral, que defende a Constituição e cumpre rigorosamente a lei.</em></strong></p>
<p><strong><em>O PT condena o terrorismo, repudia a violência, pratica e defende a via democrática para a solução de conflitos. </em></strong></p>
<p><strong><em>As relações do PT com partidos políticos de diversos outros países são pautadas pela busca da cooperação entre os povos e pela construção da paz mundial.</em></strong></p>
<p><strong><em>O repúdio ao narcotráfico, que corrói a juventude, atemoriza a população e corrompe a sociedade, é parte constitutiva do ideário e da prática do PT desde a fundação do partido. </em></strong></p>
<p><strong><em>O PT combate com firmeza o narcotráfico e o crime organizado, por meio de sua representação no Poder Legislativo, de suas administrações municipais, estaduais e, especialmente, na Presidência da República.</em></strong></p>
<p><strong><em>Ao longo de sua existência, o PT demonstrou que não transige com o crime nem se relaciona com o narcotráfico. Afirmar o contrário, como fez a revista Veja, é transigir com a verdade.</em></strong><em></em></p>
<p>Veja comenta a nota na página ao lado, de número 81, com foto do plenário do Tribunal Superior Eleitoral. A matéria vai até a página 82. O título é “A resposta do direito”. No texto, a revista tenta atribuir alguma inconstitucionalidade à decisão da Justiça Eleitoral, previsivelmente tentando caracterizar como censura o direito que o PT exerceu de dar a sua versão sobre uma acusação sem provas que lhe foi feita.</p>
<p>Em seguida, Veja enumera os membros do TSE que votaram desta ou daquela forma e reproduz o que chama de “repercussão”, que nada mais é do que uma seleção de juristas e advogados amigos escalados para sustentar o ponto de vista que a Justiça Eleitoral rejeitou ao dar razão à queixa do PT, como não poderia deixar de ser diante de ataque tão baixo.</p>
<p>O que resta dos fatos que relatei é que julgo que a Justiça Eleitoral deveria auditar a distribuição da edição de número 2.177 da revista Veja, datada previamente, na capa da publicação, como sendo de 11 de agosto, apesar de ter chegado às bancas quatro dias antes, o que é uma estratégia para tornar a revista “atual” fraudulentamente, pois as informações ali contidas já terão envelhecido na data anunciada.</p>
<p>Não deveria haver motivo para a distribuição da revista se atrasar, haja vista que a decisão do TSE sobre o recurso da Veja aconteceu na quinta-feira. Os vendedores das bancas de jornal com os quais conversei durante a <em>via crúcis</em> que fiz para encontrar publicação pela qual despendi exorbitantes R$ 8,90, disseram-me que não se lembravam de a entrega dessa revista ter se atrasado assim anteriormente…</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.blogcidadania.com.br/2010/08/o-dia-em-que-a-veja-sumiu/">http://www.blogcidadania.com.br/2010/08/o-dia-em-que-a-veja-sumiu/</a></p>
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